maio 25, 2012
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Pára de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que tu mesmo construíste e que acreditas ser a minha casa.
Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias.
Aí é onde Eu vivo e aí expresso meu amor por ti.
Pára de me culpar da tua vida miserável: Eu nunca te disse que há algo mau em ti ou que eras um pecador, ou que tua sexualidade fosse algo mau. O sexo é um presente que Eu te dei e com o qual podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria.
Assim, não me culpes por tudo o que te fizeram crer.
Pára de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo.
Se não podes me ler num amanhecer, numa paisagem, no olhar de teus amigos, nos olhos de teu filhinho… Não me encontrarás em nenhum livro!
Confia em mim e deixa de me pedir. Tu vais me dizer como fazer meu trabalho?
Pára de ter tanto medo de mim.
Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem te incomodo, nem te castigo. Eu sou puro amor.
Pára de me pedir perdão. Não há nada a perdoar. Se Eu te fiz…
Eu te enchi de paixões, de limitações, de prazeres, de sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio.
Como posso te culpar se respondes a algo que eu pus em ti?
Como posso te castigar por seres como és, se Eu sou quem te fez?
Crês que eu poderia criar um lugar para queimar a todos meus filhos que não se comportem bem, pelo resto da eternidade? Que tipo de Deus pode fazer isso?
Esquece qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei; essas são artimanhas para te manipular, para te controlar, que só geram culpa em ti.
Respeita teu próximo e não faças o que não queiras para ti.
A única coisa que te peço é que prestes atenção a tua vida, que teu estado de alerta seja teu guia.
Esta vida não é uma prova, nem um degrau, nem um passo no caminho, nem um ensaio, nem um prelúdio para o paraíso.
Esta vida é o único que há aqui e agora, e o único que precisas.
Eu te fiz absolutamente livre. Não há prêmios nem castigos. Não há pecados nem virtudes.
Ninguém leva um placar. Ninguém leva um registro.
Tu és absolutamente livre para fazer da tua vida um céu ou um inferno.
Não te poderia dizer se há algo depois desta vida, mas posso te dar um conselho. Vive como se não o houvesse. Como se esta fosse tua única oportunidade de aproveitar, de amar, de existir. Assim, se não há nada, terás aproveitado da oportunidade que te dei.
E se houver, tem certeza que Eu não vou te perguntar se foste comportado ou não. Eu vou te perguntar se tu gostaste, se te divertiste… Do que mais gostaste? O que aprendeste?
Pára de crer em mim – crer é supor, adivinhar, imaginar. Eu não quero que acredites em mim. Quero que me sintas em ti. Quero que me sintas em ti quando beijas tua amada, quando agasalhas tua filhinha, quando acaricias teu cachorro, quando tomas banho no mar.
Pára de louvar-me! Que tipo de Deus ególatra tu acreditas que Eu seja? Me aborrece que me louvem Me cansa que agradeçam. Tu te sentes grato? Demonstra-o cuidando de ti, de tua saúde, de tuas relações, do mundo. Te sentes olhado, surpreendido?… Expressa tua alegria! Esse é o jeito de me louvar.
Pára de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te ensinaram sobre mim.
A única certeza é que tu estás aqui, que estás vivo, e que este mundo está cheio de maravilhas.
Para que precisas de mais milagres?
Para que tantas explicações?
Não me procures fora! Não me acharás.
Procura-me dentro… aí é que estou, batendo em ti."
março 31, 2012
fevereiro 23, 2012
Lá vou eu.

janeiro 14, 2012
Jogo de ideias.

dezembro 31, 2011
Para 2012 e além.

"O importante é ser você, mesmo que seja estranho,
Seja você, mesmo que seja bizarro"
dezembro 04, 2011
Estou aqui.

novembro 28, 2011
Aqui Co'lá.
outubro 20, 2011
Atentem-se!
outubro 17, 2011
A verdade de mentira.

setembro 06, 2011
Sejamos um.

julho 27, 2011
julho 25, 2011
Mente.

junho 17, 2011
(des)Apego.
junho 07, 2011
"Falso patriotismo".

maio 10, 2011
V.

abril 16, 2011
Monólogo.

Bom, faz um tempo que converso com alguém por Email e que me fez algumas perguntas que, se lhes importam ou não, postarei porque acho que são válidas e têm sentido já que pouco sobre mim tem aqui.
- Seus textos são descrições de experiências suas? -
Nem todos. Alguns não passam de uma loucura momentânea, outros são anseios, outros sonhos que tive, outros realmente aconteceram, outros são meio a meio e etc. Acredito que a maior graça seja manter esse “enigma” de realidade ou não. Gosto de não identificá-los. Durante certo tempo usei o pseudônimo Antonietta, que logo abandonei justamente por já deixar certa marca de acontecimento.
- A maioria das coisas que escreve tem um ar melancólico. É de propósito? -
Não. Nada proposital. Escrevo sempre quando estou com sentimentos acumulados, e os únicos sentimentos que acumulo são os “ruins” que não quero espalhar pelo mundo. Quando estou cem por cento vida não sinto vontade alguma de escrever já que posso somente sorrir.
- Por que não tem como comentar no seu Blog? -
Ver “0 comentários” me desanimaria, com certeza. Evito qualquer tipo de desânimo. Por isso.
- Seu pessimismo é sua marca? -
Não tenho marca. Sou bastante realista com uma dose de pessimismo e outra de utopia.
- O que te faz escrever textos que abordam tema que envolva preconceito? -
Ah! Depende. Discussões em sala de aula, opiniões alheias que leio em comunidades do Orkut, reportagens...
- E por que toma esse partido de escrever a respeito? -
Acredito que sou de uma geração que as pessoas não pensam muito para falar. Já feri muita gente por fazer o mesmo e hoje tento mudar isto. Nunca sabemos quem nos ouve. Ao falar de homossexualidade, suicídio e coisas do gênero, a preocupação não tem que ser só com o que diz, mas também com como diz e para quem diz. Pode parecer clichê, mas é como penso... Não são todos que sabem expor a opinião sem ofender ou fazer do assunto uma piada/julgamento. Uso meus textos como uma forma de “resposta”, apesar de saber que são poucos os que lerão.
- O que mais te irrita pela internet? -
Sem dúvida alguma esses politicamente corretos que são, na realidade, seguidores de moda. Fico tomada por raiva quando noto que de repente todos viraram pessoas depressivas, homossexuais, sofredores, suicidas, apaixonados por francês e etc.. Fico realmente revoltada.
- Julga-se uma pessoa intensa? -
Às vezes sim, às vezes não.
- Parece ser bastante sentimentalista. É só impressão? -
Não! Embora eu tente muito agir pela razão, meu emocional sempre grita. Sou a favor do amor, da paz, a união, do carinho, do afeto, da raiva, dos sentimentos em geral. Adoro sentir que as pessoas agem por impulso, certas vezes, simplesmente por estarem seguindo seus corações. É um pouco mais de humanidade (mesmo tendo toda essa ladainha de racionalidade e tal).
- O que te falta para ser perfeita? -
Talvez tudo, talvez quase tudo. Minha perfeição, ou falta dela, vai dos olhos de quem me olha; de quem me enxerga. Sei que dentro de mim há sentimentos de sobra para dar, que na minha cabeça existem sonhos que poderiam te fazer rir ou me achar uma boboca. E por aí vai... Não gosto de pensar muito nisso.
- Os seres humanos parecem te preocupar. Preocupam? -
Já chegaram a ser um belo ponto de interrogação pra mim, até que me dei conta que também sou um. Hoje em dia me preocupo mais em passar no vestibular e alcançar meus objetivos.
- Quais seus objetivos? -
Não sei ao certo. Ultimamente tenho focado em um só: passar no vestibular. Sei que tenho outros, mas sempre acabo os esquecendo. Um erro, eu sei, mas enfim!
- Você já falou muito sobre desfazer amizades. Como é isso pra você? -
Hoje em dia já é quase normal, tanto é que chamo de “desfazer laços”. Tenho um defeito de só ter comigo pessoas que têm os mesmos tipos de comportamento/pensamento que eu. Gosto de me sentir fazendo parte de algo, ao contrário de sair discutindo por pontos certos e errados. Já tentei fazer diferente, mas não dura muito. As pessoas não têm paciência comigo e nem eu com elas, então evito decepções minhas e alheias.
- O que a foto do seu perfil quer dizer? -
Certa vez, faz pouquíssimo tempo, li algo sobre “Pessoas da alma”, achei bastante interessante e me identifiquei um bocado, dizia sobre não dar valor as coisas materiais e valorizar mais as coisas simples da vida, foi quando resolvi tirar essa foto e colocá-la aqui.
- Qual a sua maior frustração? -
Grande parte das vezes eu me vejo sozinha, em relação a amizades, o que me resulta uma vida pacata. E outra parte das vezes eu me sinto fora do contexto da minha realidade (ou da realidade das pessoas que têm a mesma idade que eu). Acho que só isso.
- Como você se descreve? -
Uma pessoa normal. Que resmunga, que sorri, que chora, que xinga, que fala palavrão quando ta nervosa, que tenta sempre ser melhor, que desanima e tudo mais.
- Uma frase, um texto, um trecho:
“Ela era tão jovem, tão solitária e ingênua, que se imaginava uma espécie de recipiente a ser preenchido de amor. Mas não era nada disso. O amor estivera dentro dela o tempo todo e só se renovava ao ser doado.” – O guardião de Memória.
- Qual a sua idade? -
Tenho 16 anos de idade. (Jun 04)
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É isso só. Não sei se tem algum valor, mas achei interessante.
jovemescritora.luz@gmail.com
abril 08, 2011
Rio de Janeiro, Novembro 2010/Abril 2011.
abril 02, 2011
Algemas de Sangue.

março 27, 2011
Dia e noite.





