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maio 08, 2010

Ser humano x Perfeição.



“ Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. “ (Antoine de Saint-Exupéry)


Um erro. Um ato mal pensado, irracional, inocente talvez. Basta um passo em falso para que o nome suma, e todo o histórico de vida desapareça. É simples de entender, e quando acontece, é tão rápido quanto um carro na corrida de F1. Ao fechar os olhos no ato involuntário de piscar, e quando voltar a abri-los, pronto, já foi, a borracha do erro se concretizou e apagou.


A grande questão por trás disso é, se a confiança, um dos sentimentos indispensáveis para um bom relacionamento, some de cara, logo na primeira atitude equivocada, como fazer para consertar o estrago? Na realidade, tem como?


Talvez pela posição que me encontro, essa solução não esteja dentro do meu campo periférico de visão. Então, torno-me vazia quando tento encontrar uma maneira de provar que os erros são o caminho para o certo, e que a falta de confiança de terceiros nada mais é, senão um impulso para a desistência.


Errar faz parte da dádiva que é viver. No entanto, pagar por isso, também.

abril 17, 2010

Veja bem...


Não olhe nos meus olhos tentando encontrar alguma alma,
porque não encontrará!
Não procure sentimentos no meu coração,
porque não achará!
Me falta uma parte, a qual talvez eu nunca mais terei de volta.
Me faltam pedaços que trariam verdades
e que justificariam todas as minhas revoltas.

Não adianta tentar encontrar em mim vestígios de sentimentos,
ou uma alma livre com esperanças.
Enfrente somente minhas atitudes,
pois elas revelarão meias ideias, alguns pensamentos,
parte das lembranças.

E a partir disso, você saberá quem sou.
Me conhecerá ao meio, na verdade,
porque sequer inteira estou.

abril 13, 2010

Efeito borboleta.


Há quem acredite que a solução do que se vive no presente, seria voltar no tempo e mudar situações. No entanto, quais seriam as novas consequências a viver?

Arrependimentos sobre atos passados podem existir, mas o desejo de mudá-los é, particularmente dizendo, inaceitável. De uma forma ou outra, os erros e decepções fazem com que haja um amadurecimento. E tendem a nos levar ao progresso, e não à vontade de regredir.

No momento que tomamos uma decisão, não sabemos quais serão os frutos dela. Logo, mudarmos o passado seria tão incerto quanto quando o vivemos como presente.

Ora erro, ora acerto. Ora incerto, sempre incerto.